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Núcleo Ajeum encerra temporada de estreia de espetáculo que convoca a ancestralidade

Nos próximos dias, o Núcleo Ajeum, do diretor Djalma Moura, realiza as últimas apresentações da temporada de estreia do espetáculo de dança “IKÚ” que se inspira em estruturas africanas e afro diaspóricas sobre a morte, para refletir sobre os ritos de passagem da vida.

Foto Raoni Reis

De 07 a 09 de dezembro, às 20:00, com ingressos gratuitos, as apresentações acontecem na Oficina Cultural Oswald de Andrade, que fica na Rua Três Rios, 363, no Bom Retiro, São Paulo – SP.

E de 10 a 12 de dezembro, sexta-feira e sábado às 21:00, domingo às 19:00, as últimas apresentações serão realizadas no Teatro João Caetano, que fica na Rua Borges Lagoa, 650, na Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo

O Projeto Iku nasce do desejo de tecer novos olhares sobre a morte, pensando nela não como uma oposição à vida, e sim como uma energia cíclica universal que está presente e é fundante dos afrossentidos que acolhem neste momento difícil de passagem.

O Núcleo Ajeum reflete sobre a morte na perspectiva da Ikupolítica, sentindo as ausências, questionando os motivos e suas estruturas, mas se abrindo à possibilidade de celebrar esse ancestral que se foi, celebrar suas ações, sua existência e as contribuições para sua comunidade e família. 

“Através da ikupolítica revitalizar as experiências comunitárias para festejar, celebrar, cultuar e ancestralizar a passagem dos nossos”, comenta a equipe do projeto.

Através da dança, o Núcleo Ajeum constrói uma narrativa que se potencializa ao dar espaço às possibilidades de imaginar outros mundos possíveis. Ao invés das causas da morte e do morrer, a abordagem segue para construção da figura da morte e seus ciclos, suas passagens e trânsitos. Assim, diante das rupturas, dos desconfortos e da desorganização que a morte despeja no mundo, evocar os pactos necessários com as forças invisíveis para adiar esses desequilíbrios e preenchê-los com vida. 

“Neste momento complexo em que vivemos no Brasil, com tantas mortes sendo contabilizadas a cada 8 minutos, a cada 23 minutos, a cada 24 horas, refletimos também sobre os temores de vidas pretas em razão de situações que são perpetuadas como algo comum e corriqueiro. O terror e o temor de ser a próxima pessoa a se contagiar, a ser confundida com alguém suspeito, ao reagir a uma acusação injusta enquanto circula com sua bicicleta no parque, por exemplo”, explica o Núcleo Ajeum.  

Para elaborar a dramaturgia o grupo foi em busca de estruturas africanas e afrodiaspóricas sobre a morte e o morrer. Para além da mitologia de Iku e suas funções no àiyé, o grupo procurou estabelecer outras encruzilhadas neste processo criativo, como o Cosmograma Bakongo, em que a vida tem uma profunda ligação com o sol, simbolicamente transitando entre o amanhecer e o anoitecer, e também a Kalunga, que representa a morte, mas também a liquidez de tudo aquilo que nos constitui. 

“Para o povo bakongo, cada pessoa é um sol na comunidade que brilha e irradia durante a vida. Quando a morte chega é o momento de se despedir deste sopro da vida e anoitecer. Como na imensidão do mar, a Kalunga é um portal que nos mergulha em outro plano, o plano dos espíritos e ancestrais, e assim cada pessoa segue por novos caminhos espirituais”, finaliza o núcleo. 

Com o Projeto Iku o Núcleo Ajeum se conecta aos saberes milenares do povo bakongo e suas imensidões de significados evidenciando sua maneira peculiar de compreender e encarar a morte.

As ações fazem parte do Projeto Iku contemplado na 28ª edição do Fomento à Dança da cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Mais informações: www.nucleoajeum.com, www.facebook.com/nucleoajeum e @nucleoajeum

FICHA TÉCNICA: Direção, Concepção e Coreografia: Djalma Moura | Intérpretes-Criadores: Aysha Nascimento, Djalma Moura, Erico Santos, Marina  Souza, Sabrina Dias e Victor Almeida | Artistas Residentes / Estagiários: Eri Sá e Juliana Nascimento | Orientação de Pesquisa: Bruno Garcia Onifadé | Direção Musical: Dani Nega | Colaboração Sonora: Pedro Bienemann | Figurino: Eder Lopes e Núcleo Ajeum | Máscaras: Daniel Normal, Murilo de Paula e Erico Santos | Projeto e Operação de Luz: Juliana Jesus | Práticas de Corpo: Lenny de Sousa, Letícia Tadros, Verônica Santos, Bruno de  Jesus, Djalma Moura | Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini | Arte Gráfica: Bruno Marciteli | Produção Geral: Dafne Nascimento | Celebração e Saudade: Carol Zanola, Rosa Maria de Jesus, Avó Zu, Dona  Jandira, Dona Margarida, Dona Carmelita Maria Dias, Maria Paulina Ferro.

SERVIÇO: Estreia – Espetáculo IKÚ – Com Núcleo Ajeum

Sinopse: Uma comunidade é baseada em acordos que atuam na manutenção da vida, da pulsão existencial, dos prazeres e das partilhas. Com o toque de Iku se abre um portal ambíguo que despeja desconfortos e cria rupturas na circulação do axé, puxando camadas de renovação. Um gozo que descarrega os excessos e a possibilidade de ancestralizar. O beijo de Iku é temido e a força desse temor é o que faz nossos corpos buscarem a revitalização das experiências comunitárias. No ciclo nascimento – vida – passagem, organismo vivo que se revitaliza e se transforma a cada movimento, a fuga da morte é o que nos torna semelhantes. Mas Iku nos alcançará de uma forma ou de outra. 

Quando: 07, 08 e 09 de dezembro de 2021 (terça à quarta-feira) – Horário: 20:00

Onde: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Endereço: R. Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo – SP, 01123-001

Ingressos Gratuitos distribuídos uma hora antes na bilheteria

Quando: 10, 11 e 12 de dezembro de 2021 – Horário: sexta-feira e sábado 21:00 / domingo: 19:00

Onde: Teatro Popular João Caetano – Endereço: R. Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, São Paulo – SP, 04038-020

Ingressos Gratuitos distribuídos uma hora antes na bilheteria

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – Cel (11) 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com

Corpórea Companhia de Corpos estreia espetáculo “Lôas” com temporada na periferia de São Paulo

De 09 a 11 de dezembro de 2021, a Corpórea Companhia de Corpos estreia seu novo espetáculo “Lôas” como parte das ações do projeto “Fomentar Trajetórias: Movimentos Femininos em Recintos Femil(s)” contemplado na 29ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

Foto Sergio Fernandes

Nos dias 09 de dezembro (quinta-feira), às 20:00, e 10 de dezembro (sexta-feira), às 10:00 e 20:00, as apresentações serão realizadas no CEU Vila do Sol, que fica na Avenida dos Funcionários Públicos, 369 – Vila do Sol, na Zona Sul de São Paulo.

Em 11 de dezembro (sábado), às 15:00 e 17:00, as apresentações serão no CDC SAJU, que fica na Rua Franklin Távora, 433 – Campo Limpo, também na Zona Sul de São Paulo.

O espetáculo “Lôas” apresenta o entrelaçamento da trajetória de seis mulheres em uma embarcação, que navegam por um oceano composto por suas próprias vivências e memórias. Em um contínuo movimento pendular, as histórias que elas têm para contar transmutam de seus corpos através da leveza, da tensão, da respiração, da gradação e do tremor. 

Nestes percursos transatlânticos, que remetem às resistências históricas diante do tráfico de pessoas africanas escravizadas no Brasil realizado em navios negreiros e traçam um paralelo com a atual problemática da mulher negra diante do racismo estrutural, essas mulheres recriam sonoridades, gestualidades e imagens, que confluem na celebração de suas existências, convocando sua força a partir daquilo que vivem no presente.

“Mulheres negras como protagonistas de seus corpos, de suas cenas, de suas histórias, propondo entre si e ao público, a experiência de habitar a ancestralidade pelas vias físicas do corpo”, comenta o coletivo que tem como fundadores Verônica Santos e William Simplicio

A centralidade poética da obra está na transposição do sentido histórico que chega aos dias atuais através das questões que permeiam as mulheres negras e seus corpos, e que revelam, ao mesmo tempo, a presença da resistência delas. E faz um mapeamento corporal a caminho da ancestralidade que acontece no tempo presente, esvaindo-se da ideia de que a ancestralidade se encontra apenas no passado e por isso marcada apenas por pontos doloridos, como a escravidão. 

As intérpretes experienciam dançar suas memórias, corporificando sensações ao compartilhar suas estratégias de travessia. Uma performance que exalta a corporeidade assumindo a dimensão de potência significativa para identidade negra no Brasil. 

“O corpo como um mapa que nos direciona. A ancestralidade que flui através dos nervos, da carne, da pele, da lágrima, da saliva. É como se, através dos poros que se abrem, essa ancestralidade viesse à tona para direcionar o nosso olhar adiante”, comenta o coletivo. 

Diante do momento complexo vivido em razão da pandemia da COVID-19, em que o setor cultural precisou se adaptar às telas e o coletivo viveu uma experiência coletiva de contato com a morte, a Corpórea Companhia de Corpos propõe uma experiência coletiva de renovação. 

“Um espaço pensado e criado para que as pessoas tenham experiências de seus corpos com outros corpos. Com Lôas, propomos uma experiência física pessoal para acessar a ancestralidade e propomos que o público também faça parte disso”, finaliza o coletivo. 

Com uma trajetória significativa no campo da pesquisa, criação, pensamento e difusão da dança, a Corpórea Companhia de Corpos, desde sua criação em 2015, vem aprofundando sua pesquisa no cotidiano através do corpo feminino, pensando o protagonismo da sua existência como atravessamento dos tempos no mundo atual.

Com o espetáculo “Rés”, que estreou em 2017, a companhia denunciou a realidade de corpos femininos em situação de cárcere. A montagem recebeu uma indicação ao Prêmio APCA na categoria “Não estreia”, em 2019. A pesquisa deste trabalho rendeu ainda a contemplação no Edital Rumos 2017/2018 do Itaú Cultural, com o projeto: Ocupação Rés – mulheres em Cárcere.

Mais informações em www.corporeacompanhiadecorpos.com e @corporeacompanhiadecorpos

SERVIÇO: Estreia espetáculo “Lôas”

Com Corpórea Companhia de Corpos

Sinopse: Seis artistas, em uma mesma embarcação, cruzam trajetórias em contínuo movimento. Nesta experiência de dançar memórias, corporificam sensações ao compartilhar suas estratégias de travessia. Em um oceano de vivências, o pendular de seus corpos transmuta em leveza, tensão, respiração, gradação e tremor, as histórias que têm para contar. A partir de percursos transatlânticos, re-criam sonoridades, gestualidades e imagens que confluem na celebração de existir. Duração: 50 minutos

Classificação: 14 anos – Grátis

Apresentações no CEU Vila do Sol

Endereço: Av. dos Funcionários Públicos, 369 – Vila do Sol, Zona Sul, São Paulo – SP, 04962-000 – Telefone: (11) 3397-9800

Quando: 09 de dezembro de 2021 (quinta-feira) – Horário: 20:00

10 de dezembro de 2021 (sexta-feira) – Horários: 10:00 e 20:00

Apresentações no CDC SAJU (Clube da Comunidade Saju)

Endereço: R. Franklin Távora, 433 – Campo Limpo, Zona Sul,  São Paulo – SP, 05794-270

Quando: 11 de dezembro de 2021 (sábado) –  Horários: 15:00 e 17:00

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – Cel (11) 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com

Núcleo Ajeum estreia projeto IKU com vídeo dança e espetáculo sobre ritos de passagem da vida

No dia 25 de novembro de 2021, o Núcleo Ajeum, do diretor Djalma Moura, estreia a temporada do Projeto Iku contemplado na 28ª edição do Fomento à Dança da cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Projeto IKU – Foto Raoni Reis

A temporada será gratuita e contará com o lançamento do filme dança “IKU – A Morte um dia acolherá orí”, que será exibido no Youtube, de 25 a 28 de novembro de 2021 (quinta-feira à domingo), às 19:00 e 22:00, sendo necessário reservar os ingressos através do Sympla. O link para retirada de ingressos será disponibilizado nas redes sociais do grupo @nucleoajeum.

No dia 03 de dezembro (sexta-feira), às 18:00, o Núcleo Ajeum estreia a temporada presencial do espetáculo IKÚ no CRD – Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo e realiza o lançamento da segunda edição da Revista Ajeum, em formato físico e digital.

A temporada segue com apresentações gratuitas de 06 a 09 de dezembro, às 20:00 na Oficina Cultural Oswald de Andrade e de 10 a 12 de dezembro, sexta-feira e sábado às 21:00, domingo às 19:00, no Teatro João Caetano, que fica na Vila Clementino, em São Paulo

O Projeto Iku nasce do desejo de tecer novos olhares sobre a morte, pensando nela não como uma oposição à vida, e sim como uma energia cíclica universal que está presente e é fundante dos afrossentidos que acolhem neste momento difícil de passagem.

O Núcleo Ajeum reflete sobre a morte na perspectiva da Ikupolítica, sentindo as ausências, questionando os motivos e suas estruturas, mas se abrindo à possibilidade de celebrar esse ancestral que se foi, celebrar suas ações, sua existência e as contribuições para sua comunidade e família. 

“Através da ikupolítica revitalizar as experiências comunitárias para festejar, celebrar, cultuar e ancestralizar a passagem dos nossos”, comenta a equipe do projeto.

Através da dança, o Núcleo Ajeum constrói uma narrativa que se potencializa ao dar espaço às possibilidades de imaginar outros mundos possíveis. Ao invés das causas da morte e do morrer, a abordagem segue para construção da figura da morte e seus ciclos, suas passagens e trânsitos. Assim, diante das rupturas, dos desconfortos e da desorganização que a morte despeja no mundo, evocar os pactos necessários com as forças invisíveis para adiar esses desequilíbrios e preenchê-los com vida. 

“Neste momento complexo em que vivemos no Brasil, com tantas mortes sendo contabilizadas a cada 8 minutos, a cada 23 minutos, a cada 24 horas, refletimos também sobre os temores de vidas pretas em razão de situações que são perpetuadas como algo comum e corriqueiro. O terror e o temor de ser a próxima pessoa a se contagiar, a ser confundida com alguém suspeito, ao reagir a uma acusação injusta enquanto circula com sua bicicleta no parque, por exemplo”, explica o Núcleo Ajeum.  

Para elaborar a dramaturgia o grupo foi em busca de estruturas africanas e afrodiaspóricas sobre a morte e o morrer. Para além da mitologia de Iku e suas funções no àiyé, o grupo procurou estabelecer outras encruzilhadas neste processo criativo, como o Cosmograma Bakongo, em que a vida tem uma profunda ligação com o sol, simbolicamente transitando entre o amanhecer e o anoitecer, e também a Kalunga, que representa a morte, mas também a liquidez de tudo aquilo que nos constitui. 

“Para o povo bakongo, cada pessoa é um sol na comunidade que brilha e irradia durante a vida. Quando a morte chega é o momento de se despedir deste sopro da vida e anoitecer. Como na imensidão do mar, a Kalunga é um portal que nos mergulha em outro plano, o plano dos espíritos e ancestrais, e assim cada pessoa segue por novos caminhos espirituais”, finaliza o núcleo. 

Com o Projeto Iku o Núcleo Ajeum se conecta aos saberes milenares do povo bakongo e suas imensidões de significados evidenciando sua maneira peculiar de compreender e encarar a morte.

Mais informações: www.nucleoajeum.com, www.facebook.com/nucleoajeum e @nucleoajeum

FICHA TÉCNICA: Direção, Concepção e Coreografia: Djalma Moura | Intérpretes-Criadores: Aysha Nascimento, Djalma Moura, Erico Santos, Marina  Souza, Sabrina Dias e Victor Almeida | Artistas Residentes / Estagiários: Eri Sá e Juliana Nascimento | Orientação de Pesquisa: Bruno Garcia Onifadé | Direção Musical: Dani Nega | Colaboração Sonora: Pedro Bienemann | Figurino: Eder Lopes e Núcleo Ajeum | Máscaras: Daniel Normal, Murilo de Paula e Erico Santos | Projeto e Operação de Luz: Juliana Jesus | Práticas de Corpo: Lenny de Sousa, Letícia Tadros, Verônica Santos, Bruno de  Jesus, Djalma Moura | Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini | Arte Gráfica: Bruno Marciteli | Produção Geral: Dafne Nascimento | Celebração e Saudade: Carol Zanola, Rosa Maria de Jesus, Avó Zu, Dona  Jandira, Dona Margarida, Dona Carmelita Maria Dias, Maria Paulina Ferro.

SERVIÇO: Estreia do filme dança “IKU – A Morte um dia acolherá orí”

Sinopse: O Núcleo Ajeum reflete sobre a morte na perspectiva da Ikupolítica, sentindo as ausências, questionando os motivos e suas estruturas, mas se abrindo à possibilidade de celebrar esse ancestral que se foi, celebrar suas ações, sua existência e as contribuições para sua comunidade e família.

Quando: 25, 26, 27 e 28 de novembro de 2021 (quinta-feira à domingo) – Exibições: 19:00 e 22:00

Onde assistir: Youtube (canal fechado) – Ingressos: link disponibilizado em @nucleoajeum 

Estreia – Espetáculo IKÚ – Com Núcleo Ajeum

Sinopse: Uma comunidade é baseada em acordos que atuam na manutenção da vida, da pulsão existencial, dos prazeres e das partilhas. Com o toque de Iku se abre um portal ambíguo que despeja desconfortos e cria rupturas na circulação do axé, puxando camadas de renovação. Um gozo que descarrega os excessos e a possibilidade de ancestralizar. O beijo de Iku é temido e a força desse temor é o que faz nossos corpos buscarem a revitalização das experiências comunitárias. No ciclo nascimento – vida – passagem, organismo vivo que se revitaliza e se transforma a cada movimento, a fuga da morte é o que nos torna semelhantes. Mas Iku nos alcançará de uma forma ou de outra. 

Quando: 03 de dezembro de 2021 (sexta-feira) – Horário: 18:00

Onde: Ocupação do CRD – Centro de Referência da Dança da cidade de São Paulo – Endereço: Baixos do Viaduto do Chá s/n, Praça Ramos de Azevedo – Centro, São Paulo – SP, 01037-000

Ingressos Gratuitos distribuídos uma hora antes na bilheteria

Quando: 06, 07, 08 e 09 de dezembro de 2021 (segunda à quarta-feira) – Horário: 20:00

Onde: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Endereço: R. Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo – SP, 01123-001

Ingressos Gratuitos distribuídos uma hora antes na bilheteria

Quando: 10, 11 e 12 de dezembro de 2021 – Horário: sexta-feira e sábado 21:00 / domingo: 19:00

Onde: Teatro Popular João CaetanoEndereço: R. Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, São Paulo – SP, 04038-020

Ingressos Gratuitos distribuídos uma hora antes na bilheteria

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – Cel (11) 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com

Corpórea Companhia de Corpos convida artistas do Brasil inteiro para Residência Artística On-line

Até a próxima quarta-feira, dia 16 de junho de 2021, é possível se inscrever para participar da Residência Artística On-line promovida pela Corpórea Companhia de Corpos como parte das ações do projeto “Fomentar Trajetórias: Movimentos Femininos em Recintos Femil(s)” contemplado na 29ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

Foto Noélia Najera

A Corpórea Companhia de Corpos, que tem por pesquisa evidenciar o protagonismo dos corpos pretos em ações cotidianas, convida artistas, bailarinas(os)(es), performers e pesquisadoras(es) da área da dança, maiores de 18 anos, que se interessem por essa pesquisa. E amplia o convite a outras pessoas que se sentirem convidadas a conhecer e participar.

“Os milhares de atravessamentos aos quais os corpos pretos são forçados a carregar, levam a um lugar de levante e empoderamento da ancestralidade do nosso povo. Com essa residência queremos aprofundar a pesquisa sobre pretitude e fomentar trajetórias periféricas a partir desse contexto. O conjunto destas experiências e ações constituirão a base da nova pesquisa artística da companhia para a criação de um novo espetáculo”, comenta a diretora geral do novo projeto da Corpórea.

Serão disponibilizadas dez vagas gratuitas e podem se inscrever artistas de qualquer região do Brasil, com toda a tranquilidade, uma vez que, os encontros se darão de forma virtual.  Os encontros serão de 28 de junho a 22 de julho. Sempre três encontros semanais, às segundas-feiras, às 18:00, e terças e quintas-feiras, às 15:00.

Durante a vivência, a preparação corporal será orientada pelos artistas: Márcio Dantas, Monica Aduni, Paula Sales e a diretora do projeto Verônica Santos, que aplicarão as técnicas: danças brasileiras, dança afro, dança moderna, danças contemporâneas e balé.

A residência possibilitará o encontro destes artistas com o elenco do novo projeto da Corpórea Companhia de Corpos, participando das diversas aulas com os preparadores corporais, para que seja possível compreender corporalmente e em conjunto, o ritmo de uma companhia de dança.

O chamamento completo com todas as informações e formulário de Inscrição estão disponíveis no site: https://www.corporeacompanhiadecorpos.com/chamamentos

Com uma trajetória significativa no campo da pesquisa, criação, pensamento e difusão da dança, a Corpórea Companhia de Corpos, desde sua criação em 2015, vem aprofundando sua pesquisa no cotidiano através do corpo feminino, pensando o protagonismo da sua existência como atravessamento dos tempos no mundo atual.

Com o espetáculo “Rés”, que estreou em 2017, a companhia denunciou a realidade de corpos femininos em situação de cárcere . A montagem recebeu uma indicação ao Prêmio APCA na categoria “Não estreia”, em 2019. A pesquisa deste trabalho rendeu ainda a contemplação no Edital Rumos 2017/2018 do Itaú Cultural, com o projeto: Ocupação Rés – mulheres em Cárcere.

“Oferecer ferramentas para um diálogo horizontal, seja no palco ou fora dele, para quebrar o lugar secundarizado no qual a mulher preta é colocada em diferentes espaços”, finaliza o grupo.

Mais informações em www.corporeacompanhiadecorpos.com e redes sociais @corporeacompanhiadecorpos

SERVIÇO

Chamamento Residência Artística (On-line) com a Corpórea Companhia de Corpos

Período de inscrições: até às 23h59 de 16 de junho de 2021 (Quarta-feira)

A quem se destina: artistas, bailarinas(os)(es), performers e pesquisadoras(es) da área da dança, maiores de 18 anos. Pessoas interessadas em conhecer a pesquisa da companhia também podem participar.

Período de Realização Residência: de 28 de junho a 22 de julho com três encontros semanais – segundas às 18:00 – terças e quintas às 15:00.

Valor: Grátis

Chamamento completo, maiores informações e formulário para Inscrição pelo site: https://www.corporeacompanhiadecorpos.com/chamamentos

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – Cel (11) 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com

Clarín Cia de Dança realiza temporada “CEBOLA ao vivo CONVIDA” em teatros de São Paulo

De 12 a 27 de junho de 2021, a Clarín Cia de Dança realiza a temporada “CEBOLA ao vivo CONVIDA”, que irá circular por três teatros da cidade de São Paulo: Teatro Alfredo Mesquita (Santana), Teatro Arthur Azevedo (Mooca), Teatro Paulo Eiró (Santo Amaro), com apresentações presenciais do espetáculo “Cebola – cascas de um todo”.

Foto Sergio Fernandes

Durante as apresentações serão respeitados todos os protocolos de segurança e higiene para a não propagação da COVID-19, como o distanciamento entre as pessoas, máscara, álcool em gel e estar em ambiente aberto (as apresentações serão realizadas nos estacionamentos dos teatros).

O espetáculo “Cebola – cascas de um todo” busca inspirar amor diante do momento complexo vivido em razão da pandemia, convidando o público a revisitar suas memórias afetivas e lembranças de sentimentos de afeto mais profundos. 

Uma troca de olhar, a entrega de uma rosa e um bailado preciso e expressivo ao redor de um banco de praça, onde é possível observar as pessoas passarem e lembrar de momentos de tranquilidade com a pessoa amada, são elementos que integram a montagem “Cebola – cascas de um todo”.

Unindo dança, música e poesia, a montagem faz uso da metáfora das camadas de uma cebola para refletir sobre os tipos de relacionamento e a dualidade do sentimento amor, que hora machuca, hora se eterniza.

Retratando o amor entre os sexos, mas também o amor da amizade e da família, o espetáculo faz uso das letras das músicas brasileiras e suas melodias para compor sua dramaturgia, com coreografias fortes e revigorantes, dialogando com todos os tipos de público. 

Nesta versão do espetáculo, a trilha sonora, que é inspirada na bossa nova, será apresentada ao vivo pelos músicos Lucas Brogiolo, Bruna Black, Val Ribeiro, Vivian Maria e Mauro Visgueira, com a coreografia de Rivaldo Ferreira e os intérpretes Alex Araújo, Fernando Ramos, Gabriela Bacaycoa e Weverton de Souza. O figurino é de Gabriela Araújo, a criação é de Kelson Barros e a produção é de Dafne Nascimento.

“Queremos levar ao público um trabalho dançado e gostoso de ser visto, com músicas e movimentos escolhidos para ressoar na memória de quem assistir. É um momento em que desejamos mais amor ao mundo, inspirando o público a visitar lembranças de sentimentos afetivos profundos e verdadeiros e a simplesmente dançar”, comenta Kelson

A Clarín Cia de Dança, que tem à frente o diretor, bailarino e coreógrafo maranhense Kelson Barros, é um grupo formado por artistas com vivências na capoeira, breaking, ballet e danças brasileiras, ue foi criado em 2019 dando continuidade às propostas do “Núcleo de Pesquisa Igi Ara”. Com artistas que se juntaram para experimentações em dança, a companhia se dedica atualmente à pesquisa com as danças populares do Brasil.

Kelson Barros, que possui em sua trajetória passagens pelo “Balé Folclórico de São Paulo – Abaçaí“, “Corpo de Baile Jovem do Teatro Municipal de São Paulo” e comissões de frente de diversas escolas de samba de São Paulo, atualmente é coreógrafo da Comissão de Frente da Escola de Samba Colorado do Brás, curador e produtor de Festivais e Companhias de dança.

Como produtor atuou com os grupos J.Gar.Cia de Dança Contemporânea, Cia. Mariana Muniz, Coletivo Shop Sui e Grupo Zumb.boys. Atualmente produz o Grupo Gumboot Dance Brasil, Trupe Benkady e Trupé Cia de Artes, com os quais foi premiado com Fomento à Dança e ProAc Cultura Negra e Circulação.

Mais informações em: www.facebook.com/ClarinCiadeDanca e www.instagram.com/clarinciadedanca

Site: clarinciadedanca.wixsite.com/clarinciadedanca

SERVIÇO – Temporada “CEBOLA ao vivo CONVIDA”

Espetáculo Cebola – cascas de um todo

Com Clarín Cia. de Dança

Sinopse: Através da metáfora da cebola, o espetáculo reflete sobre os tipos de relacionamento e as várias camadas do amor. A dualidade deste sentimento que, ao ser tratado de forma insegura, machuca, mas do contrário, pode ser eterno. Com trilha sonora inspirada na bossa nova, o espetáculo transita por um caminho que busca no íntimo de cada pessoa, lembranças de relacionamentos. Uma troca de olhar, a entrega de uma rosa e um bailado preciso e expressivo ao redor de um banco de praça, onde é possível observar as pessoas passarem e lembrar de momentos de tranquilidade com a pessoa amada.

Classificação Etária: LIVRE

Duração: 50 min

Grátis – retirada de ingressos uma hora antes na bilheteria de cada um dos teatros

Quando: 12 e 13 de junho de 2021 (sábado e domingo) – Horário: 16:00

Onde: Teatro Alfredo Mesquita

Endereço: Av. Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo – SP, 02012-010 – Telefone. (11) 2221-3657

Quando: 19 e 20 de junho de 2021 (sábado e domingo) – Horário: 16:00

Onde: Teatro Arthur Azevedo

Endereço: Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo – SP, 03115-020 – Telefone: (11) 2604-5558

Quando: 26 e 27 de junho de 2021 (sábado e domingo) – Horário: 16:00

Onde: Teatro Paulo Eiró

Endereço: Av. Adolfo Pinheiro, 765 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04733-100 – Telefone: (11) 5686-8440

* Em caso de alteração na fase de restrições determinada pelo Governo do Estado de São Paulo, em razão da pandemia da COVID-19, as apresentações serão adaptadas para o formato on-line e o grupo fará um informe em suas redes sociais até um dia antes da data de cada apresentação. 

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – Cel (11) 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com